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Thursday, July 31, 2014

O feminismo falha MESMO quando...



Quem publicou este tweet, falou como um livro aberto. Eu sei, eu vi em primeira mão, logo eu que embirro com o feminismo e paguei as favas pelas feministas - como muitas inocentes mulheres por esse mundo de Deus.
  No meu penúltimo ano de faculdade fui estudar para a Holanda. Escolhi esse destino porque já conhecia a cultura local e gosto francamente dos Holandeses - gente alegre e desempoeirada.
 Julgando pela minha experiência anterior, tinha em grande conta os cavalheiros de Amsterdão, bem vestidos, bem dispostos e amigos de galantear educadamente as raparigas bonitas que passavam. Um pouco como os italianos, mas mais discretos. Um encanto!
 Porém, nos panfletos da faculdade, alertaram-nos que os holandeses tinham em grande conta a igualdade de género - ou seja, uma mulher "podia ir sozinha a um bar a quaisquer horas sem ser incomodada, mas também não podia contar que lhe abrissem a porta ou a ajudassem a carregar coisas pesadas". Guardei a informação para meu governo - até porque ia precisamente estudar a teoria antropológica das "dimensões culturais"-  e lá me lancei à aventura.

 Pois bem, no Norte, onde vivi, apesar de quase toda a gente ser muito simpática, vi rapidamente que isso (ou parte disso) não era verdade. 

Não seria doida o suficiente para ir sozinha a um bar - quanto mais à noite - mas fui várias vezes incomodada em plena luz do dia, à saída das aulas ou do supermercado, que nem que fosse Marrocos...

 Quanto a carregar coisas pesadas, nisso o feminismo já lhes dava jeito. No dia em que embarquei para casa sozinha, reparei que tinha calculado mal a carga: mandara seguir por terra as coisas mais pesadas, incluindo a minha bicicleta, mas mesmo assim a bagagem de mão era mais pesada (e volumosa) do que conseguia transportar.


 Simplesmente faltavam-me mãos para aquilo tudo. Até à estação valeu-me o taxista, mas chegada lá não se via um empregado à vista, e eu sei saber como diabos ia subir para o comboio. Olhei ansiosamente à volta para ver se algum dos marmanjos presentes (e se os holandeses são grandes e a tender para o rechonchudo - não sei que adubo lhes dão em pequeninos!) tinha um assomo de solidariedade pelo meu cabedalinho de periquito super carregado e me ajudava para eu chegar ao aeroporto a tempo. Pois sim! Parece que até estavam a apreciar o circo (saco numa mão, mala na outra e uma terceira empurrada a pontapé) a ver como eu ia sair daquele apuro. Até me considero bastante desembaraçada, mas poucas vezes senti tal desamparo.

 Começava a desesperar quando me surgiu na frente um estudante chinês, metade do tamanho daqueles brutos, e com toda a presteza me ajudou a carregar a tralha. Acho que nunca me desfiz em tantos agradecimentos.

 E lá voltei para a Pátria, a rogar pragas à "Igualdade" que só serve de desculpa para a má criação...




Tonteria da semana: com elfos não se brinca.

Para que quer as chuteiras, Ronaldo?!

Há dias, Justin Bieber tirou uma selfie com Cristiano Ronaldo (Ronaldo todo contente, Bieber com a cara de parvo-só-me-apetece-bater-lhe do costume)...e mais uma vez o menino Cristianinho perdeu uma grande oportunidade de deixar orgulhoso este País tão desanimado, abstendo-se de dar ao rai´ do cachopo um bom pontapé. Tanta Bota de Ouro, tanto ai que eu sou o Melhor do Mundo...e depois é incapaz de puxar dos músculos para fazer um favor à Humanidade. 

Somos um país de brandos costumes com celebridades de brandos costumes, uma tristeza. 

Foi preciso vir o Legolas do Senhor dos Anéis para lhe assentar os açoites taludos (a.k.a lambadas, traulitadas ou arrochadas) que o planeta em peso andava ansioso por lhe dar.
 Não, menino Bieber, que na Terra Média não há paciência para peralvilhos branquelas do bairro social armados em dread, e nesta dimensão parece que se vai esgotando. Abençoado Orlando Bloom, que é um cavalheiro sem papas na língua, nem nos punhos...bravíssimo!

Wednesday, July 30, 2014

Dica de estilo inestimável: jovem, ma non troppo.


«Qualquer mulher com mais de 25 anos, quando escolhe roupa, deve perguntar a si mesma: "uma miúda de 15 anos usaria isto?".  Se a resposta é sim, pense bem antes de comprar.»

Flic Everett, jornalista


Certo, as mulheres cada vez se mantêm mais jovens por mais tempo (vide Elle McPherson, 50 anos e frescura de 20), cada vez assentam mais tarde e têm filhos mais tarde. Hoje em dia só quem é muito desfavorecida pela natureza ou muito descuidada é que se pode queixar - não creiam no contrário, há muitas preguiçosas que o dizem mas isso deve ser recusado como tentação do Inimigo. 

Os 30 são os novos 20, os 40 são os novos 30, mas... 15 anos são 15 anos e não voltam, nem convém que voltem.

 Não é que não se deva adoptar um visual pesado entre os 25 e os 30 e poucos - de todo. Pode-se sim parecer jovem, elegante, fresca e sexy q.b. Há opções de styling modestas e sensatas que permitem usar um bocadinho de tudo, consoante a silhueta de cada uma. Mas cair na patranha "não deixe que a idade a impeça de usar o que bem lhe apetece" é crer numa mentira piedosa que não favorece a beleza *nem a decência* de ninguém. Não se trata de "matronizar" o visual, mas de lhe fazer o devido upgrade e evitar o ridículo, que nunca é atraente.

  Há coisas disparatadas que numa menina da escola se desculpam ou até têm graça, principalmente se estivermos a falar de uma adolescente magricelas (porque há meninas rechonchudas que nessa idade já parecem fazer questão de vestir tudo quanto lhes fica mal...) mas que são imperdoáveis numa mulher feita, principalmente se ela tiver um tipo muito feminino, com ancas e busto vincados. Se for magra e atlética, estilo Cameron Diaz, mas tiver sido desleixada com o sol e apresentar algumas marcas na pele...outro tanto!

 As bainhas e calções devem sim descer um pouco - desde que vão cair sempre numa das zonas mais elegantes das pernas. Mini saias tipo cinto largo ficam ridículas em quem seja maior de idade e não tenha ar de Pipi das Meias Altas. Os crop tops têm de ser coordenados de forma muito sofisticada- se a remetem para as Spice Girls, esqueça. 

Os penteados "radicais", estilo punk- que- nunca -cresceu, com "picos" e madeixas às cores, precisam de ser aligeirados. Os bonequinhos devem ser circunscritos a t-shirts de bom ar para usar com jeans e desaparecer de carteiras, casacos e acessórios. Os tops demasiado reduzidos, com alcinhas fininhas...bom, não foram feitos para quem precisa de usar soutien, por isso é bom que  que se limitem ao uso privado, independentemente da idade. Sapatões...convém que sejam substituídos por saltos largos ou plataformas um pouco mais clássicas e a roupa de aspecto desportivo e ténis deverá passar a ter um aspecto discreto, o mais cool possível. Jeans com lavagens estranhas passam a exigir ainda mais cuidado tanto na qualidade como nas combinações.
 Evitem-se as silhuetas e padrões infantis (vestidos estilo império ou babydoll com padrões a lembrar Ruiz de La Prada, por exemplo) os tecidos duvidosos (musselina falsa numa colegial, passa, mas numa mulher a caminho de um casamento ou festa é o terror) tolices como o P.U (já vai sendo tempo de investir em pequenos luxos) e  street wear demasiado óbvio. Se algo lhe faz lembrar o Justin Bieber, deixe-o para a sua irmã mais nova (e mesmo assim cuidado, digo eu!).

 O que se pretende não é envelhecer o look, mas torná-lo elegante, de aspecto mais dispendioso, depurado e responsável. Afinal, as roupas da Barbie nunca serviram na Skipper e vice-versa, certo?  
 (E cá entre nós, nunca morri de amores pela Skipper...)



O amor é isto e tudo o mais são tretas.

(Cor. 13:7)

É muito fácil, muito imediato, desculpar certas maldades, fraquezas e pecadilhos com o amor. O amor é assim um penso rápido que justifica muita coisa. Bem diz o povo "pelo bem que lhe quer, até os olhos lhe tira". Ou como reza a canção


Dizes que gostas de mim,
    O teu gosto é só um engano
Tu cortas na minha vida, 
Como a tesoura no pano!

Se tivesse um euro por cada vez que ouvi pessoas dizer que os seus ciúmes doentios são sinal de amor (sim, não duvido e algum ciume tem a sua graça, mas em exagero é doença) que vi perseguições e ameaças "por amor", ou que li no jornal crimes cometidos "por amor"...estava rica.

   Nada disto tem a ver com amor. Isso pode ser posse, luxúria, medo, egoísmo, paixão, mas amor é que não é. O amor até pode andar escondido no meio de sentimentos tão confusos, mas não está a ser posto em prática de certeza absoluta. A paixão sente-se, o  amor exerce-seComo disseram naquele filme,

            To love someone is to give and then want to give more.  Lust is to take and then take more.  To devour, to consume. No logic, no reason.

Posto isto, o amor dá uma grande trabalheira, porque exige um aperfeiçoamento diário da alma. Obriga quem ama a passar por cima das suas comodidades e conveniências, a fazer o seu próprio julgamento, a ter paciência, a perdoar - a perdoar efectivamente, não a dizer que sim senhor mas a fazer cenas de cada vez que se lembra de alguma coisa que se passou no tempo da Maria Cachucha - a fazer orelhas moucas às línguas do mundo, a resistir a tentações - a tentação de olhar para o lado, a tentação de discutir só porque lhe dá na veneta - a fazer ajustes e sacrifícios. 

Em suma, amor é querer bem: ao outro e a si mesmo. É não fazer isto ou aquilo porque vai entristecer ou perturbar o outro; pôr-se no lugar do outro, não fazendo o que não gostaria que lhe fizessem a si. É querer fazer coisas que façam a pessoa amada feliz. É defendê-la e tomar conta dela.

 É tirar, sim, mas também é dar muito mais do que se tira. Se dois são capazes desta generosidade então temos uma história de amor, porque o amor não pode ser unilateral. 
 Um exemplo simples é o enredo da Escrava Isaura, de que já falei aqui. A quem não leu o livro recomenda-se, mas quase toda a gente se recorda das duas novelas baseadas na obra de Bernardo Guimarães.


Leôncio, o mau da fita e senhor de Isaura, gosta muito dela à sua maneira. Pior, é doido por ela; tanto, que falta à promessa feita à sua mãe de alforriar a escrava, que foi  educada como uma filha da casa. Por aí logo se vê que paixão não é amor, porque ele se importa mais com ter Isaura por perto, mesmo contrariada, do que com o bem dela. Para piorar tudo, sendo casado não pode logicamente casar com ela e Isaura, apesar da sua condição, é uma rapariga virtuosa. Embora fiquemos com a ideia que Leôncio não lhe é indiferente, recusa sempre ceder aos seus avanços. Ele cada vez enlouquece mais e 

faz-lhe a vida num inferno, até que a pobre coitada é obrigada a fugir.


Entretanto Isaura conhece Álvaro, que apesar de ter um background semelhante ao de Leôncio é muito bom rapaz. Apaixona-se por ela à primeira vista, não se sente desencorajado quando ela se mostra esquiva (com medo de ser denunciada, não por não gostar dele) e quando descobre que Isaura, apesar dos seus dotes e qualidades, é uma escrava fugida, o seu amor não se altera. Fica um pouco abalado, é verdade, porque a idealizava de certa maneira e apesar de tudo, está sujeito às normas da sociedade em que vive; mas não deixa de a amar por causa disso, nem passa a tratá-la de modo diferente, com menos respeito ou cavalheirismo. Aliás, apaixona-se mais ainda quando a conhece melhor e percebe que ela necessita da sua protecção. 
 Isaura, que também gosta realmente dele, chega a pedir-lhe várias vezes que não se comprometa por causa dela, preferindo voltar para a casa de Leôncio e aceitar o seu destino a causar problemas ao amado (pois, porque amor é mesmo isso) mas Álvaro não  desiste de a salvar e tendo meios, emprega todos os esforços para ficar com a mulher que escolheu.

No fim acaba tudo bem menos para o Leôncio, que é realmente digno de pena...

* Bendito e louvado, meu conto acabado!*

Tuesday, July 29, 2014

Maria Fitzherbert e Josefina: adoradas e...desafortunadas (Parte I)


"Adeus, mulher, tormento, felicidade, esperança da minha vida, que eu amo, que eu temo, que me inspira os sentimentos mais ternos e naturais, tanto como me provoca os ímpetos mais vulcânicos do que o trovão." 

                                                                                 Napoleão a Josefina


Na vida de uma mulher,a beleza é uma bênção e ser amada,outra; e tudo isso parece mais brilhante se esse amor vier de um grande homem, poderoso,digno de ser admirado. 

   Muitas beldades cuja formosura era acompanhada de inteligência e distinção viram assim o seu nome gravado nas páginas mais fascinantes da História. Porém, nenhuma destas coisas garante felicidade. Antes pelo contrário: tudo o que luz parece, por vezes, ter um preço demasiado alto ou carregar consigo uma maldição.

Roxana, mulher de Alexandre, o Grande; Ana Bolena, Madame du Barry e muitas outras pagaram com a vida, directa ou indirectamente, a sua ligação a homens no poder.

Depois houve aquelas cuja história teve um desfecho menos dramático, que conseguiram conservar certa respeitabilidade e acabar os seus dias de forma aparentemente confortável, mas... com quantos desgostos!

Soraya, a deslumbrante "Imperatriz" dos olhos tristes, é um exemplo recente; mas dela se falará noutra ocasião.

Quando se pensa em "mulher adorada" poucos rostos são mais imediatos que o de Josefina Beauharnais, a amada de Napoleão Bonaparte e Imperatriz de França.


Ainda menina, uma criada na sua Martinica natal, que tinha algo de bruxa, predissera que ela viria a ser "mais do que rainha". Quando Napoleão a conheceu, ele era um ambicioso general de 26 anos e ela uma perturbante viúva de 33, em apuros para sustentar dois filhos do defunto Visconde seu marido, vítima da Revolução Francesa. 
   Napoleão amou-a à primeira vista, ela nem tanto; ele pretendia uma posse completa, absoluta, da sua pessoa: não permitia mesmo que ela usasse o nome de baptismo, Rose, pois outros homens antes dele a tinham chamado assim: como o nome do meio da amada era Joseph, ele passou a chamá-la Josephine, criando-lhe uma nova identidade, moldando-a ao seu gosto e aspirações. 

    Mas Josephine não parecia impressionada: nos primeiros anos o apaixonado general sofreu todas as leviandades da caprichosa crioula. Não só lhe adoptou os filhos, que tratava com todo o desvelo, como à medida que conquistava o mundo em numerosas campanhas punha aos mimosos pés da amada todos as honras e luxos;  tudo isto ela pagava com certo descaso, ignorando as cartas em que ele suplicava que ela viesse juntar-se a ele como competia a uma esposa dedicada, humilhando-o com numerosos flirts e namoricos. Para se escusar a reunir-se ao marido, Josefina chegou a inventar o pretexto de uma gravidez. O pobre Napoleão não foi poupado a nenhuma das desilusões e tormentos temidos pelos amantes dedicados...


 

Tudo lhe sofreu pelo amor que lhe tinha, paixão que fazia o grande homem, que comandava exércitos sem pestanejar, implorar por um pouco de afecto. Era como se ela não percebesse o que realmente sentia por ele - como tudo o que é dado de bandeja nesta vida. A situação só se alterou quando Napoleão perdeu a paciência e a tratou do mesmo modo que aos seus soldados:

"Já não te amo: ao contrário, detesto-te. És uma desgraçada, verdadeiramente perversa, verdadeiramente tola, uma verdadeira Cinderela."


Mostrou-lhe o aço de que era feito, recusou-se a abrir a porta à esposa desmiolada e foram precisas muitas lágrimas de Josefina e muitos rogos dos filhos ao padrasto para que ele cedesse. Caíram nos braços um do outro e a partir daí, foi Josefina que passou a sofrer com ciúmes.

Ainda assim, ele proclamou-a Imperatriz. Seria a mulher mais influente do Primeiro Império durante cinco anos. Napoleão só a deixaria em 1809, para casar com Maria Luísa da Áustria, mantendo Josefina o título de Imperatriz. 

Ambos de coração partido, ele tentou secar-lhe as lágrimas, dizendo-lhe "amo-te e amar-te-ei sempre, mas a política não tem coração, apenas cabeça". O sacrifício foi vão, porém; após o repúdio da amada, a boa estrela de Napoleão não brilharia muito mais tempo: e já no exílio, Josefina é a única que não o abandona, que lhe escreve cartas propondo-lhe juntar-se a ele na Ilha de Elba. Napoleão recusou, esperando que a segunda mulher tivesse ideia igual: sem êxito.

Josefina morreu entretanto, ainda bela; as suas últimas palavras foram para ele.

Claro que para que beleza e amor resultem em felicidade, principalmente quando se trata do amor de um homem poderoso, ser virtuosa é uma grande ajuda; no caso de Josefina, poderemos pensar se ter sido estouvada não terá, a longo prazo, ajudado a abrir brechas na relação; mas por vezes, nem a virtude garante nada. Foi o caso de Maria Fitzherbert, esposa do futuro Jorge IV de Inglaterra: por amor do desmiolado príncipe a boa senhora muito sofreu, sempre com grande dignidade. 

 (CONTINUA...)




Momento "ai se eu não fosse uma senhora"


Aquele momento em que descobrimos um blog infinitamente mais divertido do que o nosso. E nos consolamos a pensar que enfim, somos gente muito séria, muito contida, muito queque, pronto, e temos um mecanismo de auto regulação super sónico. Além disso, bem...o nosso blog não é anónimo e ainda que tivéssemos jeito e vocabulário para escrever barbaridades tão engraçadas, não só nunca mais nos olhávamos ao espelho como tínhamos a família ( o meu irmão, ai!) e um certo Cavalheiro à perna a gritar que isso não são coisas que uma senhora escreva, ad nauseam. E digo eu que costumo exclamar que digo tudo o que bem me apetece. Bom, *QUASE* tudo. Falta-me um bocadinho assim.

Monday, July 28, 2014

E o vestido Concreto vai para....




...pois, eu bem gostava de possuir o talento que o Carlos Cruz tinha para arreliar os concorrentes até ao desespero no 1,2,3; mas como sou impaciente por natureza, não faço aos outros o que não gostaria que me fizessem a mim e de arrelias já basta as que não podemos evitar, é com muito prazer que vos digo que a nossa amiga Vânia Madureira foi a contemplada com o vestido verde-lima da Concreto. A vencedora vai ser contactada por 
e-mail e a julgar pelo que vi, vai ficar giríssima neste sundress.

 Resta-me agradecer a todos os participantes e pedir que continuem com muita atenção (como dizia a Bota Botilde) porque para o mês que vem (se nenhum ataque de gambuzinos ousar impedir-me, lagarto, lagarto) teremos novo sorteio aqui no Imperatrix.



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